08 jun

Resumo: O mundo do trabalho, desde o advento da Revolução Industrial no século XVIII até os dias atuais, é caracterizado por um verdadeiro processo de transformações sócio-econômicas nas esferas que vão desde os modos de produção até as relações sociais. Contudo, contextualizar os principais paradigmas que norteiam o mundo do trabalho contemporâneo vem a ser o objetivo deste trabalho, o qual se propõe a discutir sobre as principais inflexões que permeiam a sociedade atual, a partir da crise de 1970, que culminou na queda do modelo de produção taylorista/fordista e da polítca de Estado Keynesiana, e propiciou o advento do modelo japonês – toyotista – e a política Neoliberal, de cunho privatizador, fazendo o paradoxo das principais problemáticas que rebateram diretamente com o contexto de vida da classe trabalhadora, a grande afetada por todo este arsenal. E conclui-se, a partir das análises críticas dos estudos que envolvem tal debate que, o Estado capitalista/neoliberal finda por precarizar e explorar, de forma alienadora, as condições de trabalho e as relações de garatia de direitos sociais conquistados, fazendo com que essa classe que vive do trabalho vislmbre a mais perplerxa barbárie quanto a violação de seus direitos, em especial, no acesso ao trabalho.

Artigo JOINPP 2013 publicado

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